{"id":443,"date":"2019-10-17T01:45:11","date_gmt":"2019-10-17T04:45:11","guid":{"rendered":"https:\/\/drpaulomaciel.wordpress.com\/?page_id=443"},"modified":"2021-09-06T00:51:49","modified_gmt":"2021-09-06T03:51:49","slug":"neurose-psicose-e-transtornos-de-personalidade","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/mesaismo.com.br\/index.php\/sociopatia-e-poder\/neurose-psicose-e-transtornos-de-personalidade\/","title":{"rendered":"Neurose, Psicose e Transtornos de Personalidade"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>Neurose, Psicose e Transtornos de Personalidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">A psiquiatria classifica os seres humanos em tr\u00eas n\u00edveis de sofrimento mental e de comportamento: 1. Os&nbsp;<strong><em>Neur\u00f3ticos<\/em><\/strong>; 2. Os&nbsp;<strong><em>Psic\u00f3ticos<\/em><\/strong>&nbsp;e 3. Os portadores dos&nbsp;<strong><em>Transtornos de Personalidade<\/em><\/strong>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>Neuroses<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Dentro desta classifica\u00e7\u00e3o de tr\u00eas n\u00edveis, a imensa maioria das pessoas se encaixa no diagn\u00f3stico da neurose, como dizia Freud: \u201cSem querer pintar todas as ovelhinhas de preto, somos todos neur\u00f3ticos\u201d. O que diferencia as pessoas neste sentido da neurose \u00e9 o seu \u201cgrau\u201d: de leve a extremamente incapacitante. A&nbsp;<em>Neurose, por defini\u00e7\u00e3o,<\/em>&nbsp;\u00e9 uma \u201crea\u00e7\u00e3o exagerada do sistema&nbsp;emocional em rela\u00e7\u00e3o a uma experi\u00eancia vivida\u201d (Rea\u00e7\u00e3o Vivencial).&nbsp;Sendo assim a&nbsp;<em>Neurose<\/em>&nbsp;\u00e9 uma maneira da pessoa&nbsp;ser&nbsp;e de reagir \u00e0 vida, associada a tra\u00e7os de sua personalidade. Essa maneira de ser neur\u00f3tica significa que a pessoa reage \u00e0 vida atrav\u00e9s de&nbsp;<em>rea\u00e7\u00f5es vivenciais n\u00e3o normais ou saud\u00e1veis<\/em>; seja no sentido dessas rea\u00e7\u00f5es serem desproporcionais, seja pelo fato de serem muito duradouras, seja pelo fato delas existirem mesmo sem que&nbsp;exista uma causa vivencial aparente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Essa&nbsp;<em>maneira exagerada de reagir<\/em>&nbsp;leva a pessoa neur\u00f3tica a adotar uma serie de comportamentos compat\u00edveis com o que est\u00e1 sentindo. Voltando \u00e0 psican\u00e1lise, a&nbsp;<strong>ansiedade<\/strong>&nbsp;funciona como um alerta das amea\u00e7as contra o ego.&nbsp;<strong>Freud<\/strong>&nbsp;descreveu tr\u00eas tipos de&nbsp;<strong>ansiedade:<\/strong>&nbsp;a&nbsp;<strong>ansiedade objetiva<\/strong>&nbsp;surge do medo dos perigos reais; os outros dois tipos, a&nbsp;<strong>ansiedade neur\u00f3tica<\/strong>&nbsp;e a&nbsp;<strong>ansiedade moral<\/strong>, derivam da&nbsp;<strong>ansiedade subjetiva. <\/strong>A&nbsp;<strong>ansiedade neur\u00f3tica<\/strong>&nbsp;\u00e9 o medo da puni\u00e7\u00e3o por expressar os desejos impulsivos; j\u00e1 a <strong>ansiedade<\/strong>&nbsp;<strong>moral<\/strong>&nbsp;surge do medo da consci\u00eancia quando realizamos ou mesmo pensamos em realizar algum ato contr\u00e1rio aos valores morais da nossa consci\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>Transtornos de Personalidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">A \u201c<strong><em>personalidade<\/em><\/strong>\u201d \u00e9 definida pela totalidade dos tra\u00e7os emocionais e do comportamento de um indiv\u00edduo (car\u00e1ter). Pode-se dizer que \u00e9 o \u201cjeit\u00e3o\u201d de ser e de agir da pessoa. Um transtorno (ou perturba\u00e7\u00e3o) de personalidade aparece quando esses tra\u00e7os s\u00e3o muito inflex\u00edveis e mal ajustados, ou seja, prejudicam a adapta\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo \u00e0s situa\u00e7\u00f5es que enfrenta, causando a ele pr\u00f3prio, ou mais comumente aos que lhe est\u00e3o pr\u00f3ximos, sofrimentos e inc\u00f4modos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">S\u00e3o padr\u00f5es de intera\u00e7\u00e3o interpessoais t\u00e3o desviantes da norma, que o desempenho do indiv\u00edduo tanto na \u00e1rea profissional como em sua vida privada pode ficar comprometido. Na maior parte das vezes, os sintomas s\u00e3o vivenciados pelo indiv\u00edduo como \u201cnormais\u201d, de forma que o diagn\u00f3stico somente pode ser estabelecida a partir de uma perspectiva exterior. Geralmente aparecem no in\u00edcio da idade adulta e s\u00e3o cr\u00f4nicos (permanecem pela vida toda) se n\u00e3o tratados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">O tratamento desses transtornos \u00e9 bastante dif\u00edcil e igualmente demorado, pois em se tratando de mudan\u00e7as de car\u00e1ter, o indiv\u00edduo ter\u00e1 de mudar o seu pr\u00f3prio \u201cjeito de ser\u201d para que o tratamento seja efetivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">O CID-10 (C\u00f3digo Internacional de Doen\u00e7as n\u00ba 10) define assim estes transtornos:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>F60-F69 Transtornos da personalidade e do comportamento do adulto<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Este agrupamento compreende diversos estados e tipos de comportamento clinicamente significativos que tendem a persistir e \u00e9 a express\u00e3o caracter\u00edstica da maneira de viver do indiv\u00edduo e de seu modo de estabelecer rela\u00e7\u00f5es consigo pr\u00f3prio e com os outros. Alguns destes estados e tipos de comportamento aparecem precocemente durante o desenvolvimento individual sob a influ\u00eancia conjunta de fatores constitucionais e sociais, enquanto outros s\u00e3o adquiridos mais tardiamente durante a vida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">J\u00e1 na lista dos Transtornos de Personalidade definidos no DSM-IV-TR (<strong><em>Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais<\/em><\/strong>), o que nos interessa em rela\u00e7\u00e3o ao Ad\u00e9lio est\u00e1 no primeiro grupo (A):<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">2.1<em>Cluster\/Grupo A<\/em>&nbsp;(transtornos exc\u00eantricos ou estranhos = esquizoides, esquizot\u00edpicos e paran\u00f3ides)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">2.2<em>Cluster\/Grupo B<\/em>&nbsp;(transtornos dram\u00e1ticos, imprevis\u00edveis ou irregulares = antissociais\/sociopatas, histri\u00f4nicos\/hist\u00e9ricos, narcisistas e borderlines)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">2.3<em>Cluster\/Grupo C<\/em>&nbsp;(transtornos ansiosos ou receosos = dependentes, esquivas, obsessivo-compulsivas)<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"color:#000000;\"><em>Cluster\/Grupo A<\/em>&nbsp;(transtornos exc\u00eantricos ou estranhos)<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Os indiv\u00edduos que est\u00e3o neste grupo, costumam ser apelidados como \u201cesquisitos, isolados socialmente, frios emocionalmente, inexpressivos, distantes e muito desconfiados\u201d. Este grupo est\u00e1 mais propenso a desenvolver sintomas psic\u00f3ticos (da\u00ed a sua import\u00e2ncia para o nosso tema):<\/span><\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"color:#000000;\">Transtorno de personalidade esquizoide&nbsp;\u2014 Indiv\u00edduos isolados socialmente, n\u00e3o expressam ou vivenciam emo\u00e7\u00f5es como alegria ou raiva, frios emocionalmente, indiferentes e n\u00e3o fazem quest\u00e3o de manter la\u00e7os afetivos com outras pessoas, sendo assim, vistos como independentes emocionalmente. S\u00e3o muito introspectivos, e muitas vezes n\u00e3o t\u00eam amizades. N\u00e3o anseiam por tais relacionamentos e geralmente preferem viver sozinhos e isolados.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color:#000000;\">Transtorno de personalidade esquizot\u00edpica&nbsp;\u2014 Pessoas com as mesmas caracter\u00edsticas ao esquizoide, contudo, est\u00e3o mais pr\u00f3ximas \u00e0&nbsp;esquizofrenia. Desconfiados, alguns podem acreditar que t\u00eam poderes especiais, outros podem ser supersticiosos e cheios de \u201cmanias\u201d, sendo que geralmente possuem cren\u00e7a excessiva ou fanatismo religioso. Frequentemente participam de seitas exc\u00eantricas, ou acabam por se apegar excessivamente a alguma forma de \u201cocultismo\u201d ou religiosidade, muitas vezes tornam-se fan\u00e1ticos religiosos que passam a vida a \u201cpregar\u201d seus conceitos de forma exagerada, acreditando serem escolhidos por alguma entidade divina ou, ocasionalmente, acreditam sentir presen\u00e7a ocultas, ouvir vozes e chamados do al\u00e9m, entre outros comportamentos pr\u00f3ximos \u00e0s psicoses. (<em>N\u00e3o<\/em>confundir com&nbsp;esquizofrenia.)<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color:#000000;\">Transtorno de personalidade paranoide&nbsp;\u2014 S\u00e3o pessoas demasiadamente desconfiadas e paranoicas. N\u00e3o conseguem confiar em outros, sempre alegam que v\u00e3o ser passados para tr\u00e1s ou que est\u00e3o tramando e conspirando algo contra ele. Em momentos de estresse, essas caracter\u00edsticas tendem a piorar e s\u00e3o essencialmente rancorosos, com dificuldade em perdoar os erros e fracassos das outras pessoas. Atribuem isso sempre \u00e0s supostas tramoias, conspira\u00e7\u00f5es, persegui\u00e7\u00f5es etc. S\u00e3o frios emocionalmente e podem se manter distantes \u00e0s outras pessoas porque acreditam estar sempre sendo enganados, \u00e0s vezes reagindo com hostilidade por motivos incompreens\u00edveis aos olhos de outros. (<em>N\u00e3o<\/em>confundir com&nbsp;esquizofrenia&nbsp;ou&nbsp;del\u00edrio.)<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>Psicoses<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">A<strong>&nbsp;Psicose<\/strong>&nbsp;\u00e9, finalmente, um quadro psicopatol\u00f3gico cl\u00e1ssico, reconhecido pela&nbsp;psiquiatria, pela&nbsp;psicologia cl\u00ednica&nbsp;e pela&nbsp;psican\u00e1lise&nbsp;como um estado ps\u00edquico no qual se verifica certa \u201cperda de contato com a realidade\u201d. Nos per\u00edodos de crises mais intensas podem ocorrer (variando de caso a caso) alucina\u00e7\u00f5es&nbsp;ou&nbsp;del\u00edrios, desorganiza\u00e7\u00e3o ps\u00edquica que inclua pensamento desorganizado e\/ou paranoide, acentuada inquietude psicomotora, sensa\u00e7\u00f5es de ang\u00fastia intensa e opress\u00e3o, e ins\u00f4nia severa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Tal \u00e9 frequentemente acompanhado por uma falta de \u201ccr\u00edtica\u201d ou de \u201cinsight\u201d que se traduz numa incapacidade de reconhecer o car\u00e1cter estranho ou bizarro do seu comportamento. Desta forma surgem tamb\u00e9m, nos momentos de crise, dificuldades de intera\u00e7\u00e3o social e em cumprir normalmente as atividades de vida di\u00e1ria. Para o leigo, o psic\u00f3tico \u00e9 o popular \u201clouco\u201d; para o psiquiatra, \u00e9 o esquizofr\u00eanico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Segundo o Psicosite, \u201co aspecto central da psicose \u00e9 a perda do contato com a realidade, dependendo da intensidade da psicose. Num dado momento a perda ser\u00e1 de maior ou menor intensidade. Os psic\u00f3ticos quando n\u00e3o est\u00e3o em crise, zelam pelo seu bem estar, alimentam-se, evitam machucar-se, t\u00eam interesse sexual, estabelecem contato com pessoas reais. Isto tudo \u00e9 ind\u00edcio da exist\u00eancia de um relacionamento com o mundo real. A psicose propriamente dita come\u00e7a a partir do ponto em que o paciente relaciona-se com objetos e coisas que n\u00e3o existem no nosso mundo. Modifica seus planos, suas ideias, suas convic\u00e7\u00f5es, seu comportamento por causa de ideias absurdas, incompreens\u00edveis, ao mesmo tempo em que a realidade clara e patente significa pouco ou nada para o paciente. Um psic\u00f3tico pode sem motivo aparente cismar que o vizinho de baixo est\u00e1 fazendo macumba para ele morrer, mesmo sabendo que no apartamento de baixo n\u00e3o mora ningu\u00e9m. A cisma nesse caso pertence ao mundo psic\u00f3tico e a informa\u00e7\u00e3o aceita de que ningu\u00e9m mora l\u00e1 \u00e9 o contato com o mundo real. No nosso ponto de vista s\u00e3o dados conflitantes, para um psic\u00f3tico n\u00e3o s\u00e3o, talvez ele n\u00e3o saiba explicar como um vizinho que n\u00e3o est\u00e1 l\u00e1 pode fazer macumba para ele, mas a explica\u00e7\u00e3o de como isso acontece \u00e9 irrelevante, o fato \u00e9 que o vizinho est\u00e1 fazendo macumba e pronto. O psic\u00f3tico vive num mundo onde a realidade \u00e9 outra, inating\u00edvel por n\u00f3s ou mesmo por outros psic\u00f3ticos, mas vive simultaneamente neste mundo real..\u201d&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Como o diagn\u00f3stico final do Ad\u00e9lio foi o de \u201cTranstorno Delirante Persistente\u201d (CID 10-F 22), precisamos analisar o que significa o \u201cDel\u00edrio\u201d, o principal sintoma da Esquizofrenia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>&nbsp;<\/strong>\u201cO del\u00edrio \u00e9 toda convic\u00e7\u00e3o inabal\u00e1vel, <u>incompreens\u00edvel e absurda<\/u> que um psic\u00f3tico tem. O del\u00edrio pode ser proveniente de uma recorda\u00e7\u00e3o para a qual o paciente d\u00e1 uma nova interpreta\u00e7\u00e3o, pode vir de um gesto simples realizado por qualquer pessoa como co\u00e7ar a cabe\u00e7a pode vir de uma ideia criada pelo pr\u00f3prio paciente, pode ser uma fantasia como acreditar que seres espirituais estejam enviando mensagens do al\u00e9m atrav\u00e9s da televis\u00e3o, ou mais realistas como achar que seu s\u00f3cio est\u00e1 roubando seu dinheiro. O del\u00edrio proveniente de eventos simples como co\u00e7ar a cabe\u00e7a s\u00e3o as percep\u00e7\u00f5es delirantes. Ver uma pessoa co\u00e7ar a cabe\u00e7a n\u00e3o pode significar nada, mas para um paciente delirante pode, como um sinal de que a pessoa que co\u00e7ou a cabe\u00e7a julga-o (paciente) homossexual. Quando a ideia \u00e9 muito absurda \u00e9 f\u00e1cil ver que se trata de um del\u00edrio, mas quando \u00e9 plaus\u00edvel \u00e9 necess\u00e1rio examinar a forma como o paciente pratica a ideia que defende. O exemplo do vizinho acima citado tamb\u00e9m \u00e9 um del\u00edrio. A constata\u00e7\u00e3o de um del\u00edrio n\u00e3o \u00e9 tarefa para leigos, nem mesmo os cl\u00ednicos gerais est\u00e3o habilitados para isso; somente os psiquiatras e profissionais da \u00e1rea de sa\u00fade mental.<sup>1<\/sup><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Esta quest\u00e3o do del\u00edrio da psicose levanta um tema t\u00e3o interessante quando complexo da sociedade humana: A Esquizofrenia \u00e9 classificada como Psicose e o Del\u00edrio \u00e9 um sintoma t\u00edpico da esquizofrenia. Mas n\u00e3o s\u00f3 os psic\u00f3ticos podem \u201couvir a voz de Deus\u201d, como tamb\u00e9m os religiosos o fazem frequentemente, em todas as \u00e9pocas da humanidade. Se ningu\u00e9m pudesse \u201couvir a voz de Deus\u201d, como surgiriam as religi\u00f5es do mundo todo?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">\u201cO Senhor respondeu: \u201cVer\u00e1s o que vou fazer ao fara\u00f3: for\u00e7ado por uma m\u00e3o poderosa, ele os deixar\u00e1 partir; for\u00e7ado por uma m\u00e3o poderosa, ele os expulsar\u00e1 de sua terra\u201d. Deus disse a Mois\u00e9s: \u201cEu sou o Senhor. Apareci a Abra\u00e3o, a Isaac e a Jac\u00f3 como o Deus todo-poderoso, mas n\u00e3o me dei a conhecer a eles pelo meu nome de Jav\u00e9.\u201d \u00caxodo 6:1-3<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">\u201cE aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abra\u00e3o, e disse-lhe: Abra\u00e3o! E ele disse: Eis-me aqui. E disse: Toma agora o teu filho, o teu \u00fanico filho, Isaque, a quem amas, e vai-te \u00e0 terra de Mori\u00e1, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi.\u201d G\u00eanesis 22:1,2<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">\u201cE Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom \u00e9 estarmos aqui; se queres, fa\u00e7amos aqui tr\u00eas tabern\u00e1culos, um para ti, um para Mois\u00e9s, e um para Elias. E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este \u00e9 o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o. E os disc\u00edpulos, ouvindo isto, ca\u00edram sobre os seus rostos, e tiveram grande medo.\u201d Mateus 17:4-6<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Qual psiquiatra diria que Abra\u00e3o, Mois\u00e9s, ou os ap\u00f3stolos de Jesus estavam em um estado delirante quando ouviram a Deus?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Neste sentido, esclarece <em>Maria Danielle Figueira Tavares<\/em>:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">\u201cDesde que h\u00e1 homens e que eles pensam, ideias religiosas permeiam a maioria das mentes, fazendo com que as quest\u00f5es de ordem religiosa acompanhem a humanidade ao longo de toda a sua hist\u00f3ria. De forma geral, a literatura nos fala que existem v\u00e1rios modos de distinguir experi\u00eancias psic\u00f3ticas de experi\u00eancia religiosa normal. Lukoff (1985) e Pierre (2001) afirmam que para que as cren\u00e7as ou as experi\u00eancias religiosas sejam patol\u00f3gicas, precisam prejudicar a capacidade de a pessoa desempenhar suas atividades di\u00e1rias. Se o desempenho social ou ocupacional n\u00e3o for prejudicado, ent\u00e3o a cren\u00e7a ou experi\u00eancia religiosa n\u00e3o ser\u00e1 patol\u00f3gica, pois, a pessoa psic\u00f3tica ter\u00e1 dificuldade em estabelecer a rela\u00e7\u00e3o com outras pessoas no seu ambiente social ou religioso, principalmente porque apresentar\u00e1 outros sintomas da doen\u00e7a psic\u00f3tica que prejudicar\u00e3o sua habilidade de se relacionar com os outros. Exemplos de problemas no desempenho s\u00e3o perda da capacidade de manter um emprego, problemas legais com a pol\u00edcia ou por n\u00e3o conseguir realizar suas obriga\u00e7\u00f5es, comportamentos ou amea\u00e7as suicidas ou homicidas e dificuldades de pensar com clareza.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">H\u00e1, ent\u00e3o, um certo consenso geral de que crit\u00e9rios espec\u00edficos existem e podem ajudar a distinguir a pessoa mentalmente doente com psicose da pessoa religiosa e devota que tem experi\u00eancias m\u00edsticas. A pessoa religiosa tem insight na natureza extraordin\u00e1ria dos seus relatos, normalmente faz parte de um grupo de pessoas que compartilha as suas cren\u00e7as e experi\u00eancias (culturalmente apropriado), n\u00e3o tem outros sintomas de doen\u00e7a mental que afetem o processo de seus pensamentos, \u00e9 capaz de manter um trabalho e evitar problemas legais, n\u00e3o causar danos a si mesma e, normalmente, tem resultado positivo com o passar do tempo.\u201d<sup>2<\/sup><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Uma quest\u00e3o filos\u00f3fica a ser levantada aqui \u00e9 se a medicina e a ci\u00eancia det\u00eam toda a verdade poss\u00edvel e definitiva sobre a realidade da natureza humana e universal, podendo negar a exist\u00eancia de um Ser Divino, como quer que Ele possa ser, assim como os esp\u00edritos, os devas, os jinas, os elementais, etc.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Aqui temos tr\u00eas possibilidades:<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"color:#000000;\">Nada de espiritual existe no Universo, que \u00e9 apenas energ\u00e9tico e material; neste caso, todas as experi\u00eancias espirituais, de todos os tempos, foram apenas del\u00edrios e surtos psic\u00f3ticos.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color:#000000;\">O Universo tem duas dimens\u00f5es: uma energ\u00e9tica e material (F\u00edsica) e uma espiritual (Paraf\u00edsica que coexistem, mas t\u00eam diferentes probabilidades de manifesta\u00e7\u00e3o e percep\u00e7\u00e3o; neste caso, assim como ainda n\u00e3o conseguimos ver fisicamente a famosa \u201cmat\u00e9ria escura\u201d (95% do universo f\u00edsico): Existem v\u00e1rias teorias sobre o que seria a tal \u2018mat\u00e9ria escura\u2019, sendo que o mais prov\u00e1vel \u00e9 que ela seja feita de part\u00edculas subat\u00f4micas, menores que n\u00eautrons, pr\u00f3tons e el\u00e9trons e ainda indetect\u00e1veis pelos atuais instrumentos de medi\u00e7\u00e3o dos cientistas. O mesmo poderia acontecer com os \u201cplanos espirituais\u201d, que ainda n\u00e3o conseguimos ver apenas por falta de tecnologia e equipamentos suficientemente sofisticados para tal percep\u00e7\u00e3o.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Nesta possibilidade, somente os profetas, os xam\u00e3s, os m\u00e9diuns e os sonamb\u00falicos poderiam ter acesso a esta dimens\u00e3o espiritual vendo-a, ouvindo-a, ou sonhando com ela, sendo os criadores e construtores das Religi\u00f5es de todos os tempos!<\/span><\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><span style=\"color:#000000;\">O Universo tem duas dimens\u00f5es: uma energ\u00e9tica e material (F\u00edsica) e uma espiritual (Paraf\u00edsica), assim como existem pessoas com dons paranormais e pessoas em estados psic\u00f3ticos delirantes; diferenciar um do outro deveria ser um trabalho a ser discutido entre as duas \u00e1reas da experi\u00eancia humana, principalmente usando os argumentos de Lukoff (1985) e Pierre (2001): Se a pessoa tem uma experi\u00eancia extraordin\u00e1ria mas consegue dar conta das suas atividades di\u00e1rias, se o seu desempenho social ou ocupacional n\u00e3o for prejudicado, se suas cren\u00e7as fazem parte de um grupo de pessoas que compartilham as suas cren\u00e7as e experi\u00eancias, ela n\u00e3o poderia ser considerada patol\u00f3gica como a esquizofrenia, onde o doente psic\u00f3tico ter\u00e1 dificuldades em estabelecer a rela\u00e7\u00e3o com outras pessoas no seu ambiente social ou religioso, apresentar\u00e1 outros sintomas da doen\u00e7a psic\u00f3tica que prejudicar\u00e3o sua habilidade de se relacionar com os outros e dificuldades de pensar com clareza.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Muitas vezes (e eu digo isso com 30 anos de pr\u00e1tica em Medicina) \u00e9 extremamente dif\u00edcil definir a experi\u00eancia de uma pessoa ou paciente como sendo uma \u201cexperi\u00eancia espiritual real\u201d, que a pessoa afirma ser, ou um del\u00edrio psic\u00f3tico que a pessoa tamb\u00e9m tem certeza da sua veracidade. O que o psiquiatra costuma usar \u00e9 comparar o que o paciente est\u00e1 falando com as suas pr\u00f3prias experi\u00eancias pessoais ou cren\u00e7as culturais. Se o psiquiatra considerar a informa\u00e7\u00e3o absurda, improv\u00e1vel ou imposs\u00edvel, ir\u00e1 considerar que \u00e9 mesmo um del\u00edrio. E se houver um consenso cient\u00edfico de que \u00e9 imposs\u00edvel \u201cver os mortos\u201d ou \u201couvir a voz de Deus\u201d, torna-se \u00f3bvio que o paciente est\u00e1 alucinando.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Um autor que estudou mais profundamente este tema foi o psiquiatra checo Stanislav Grof&nbsp;(1931~), que publicou um livro chamado \u201cEmerg\u00eancia Espiritual: Crise e Transforma\u00e7\u00e3o Espiritual\u201d (S\u00e3o Paulo, Editora Cultrix, 1989). Durante mais de 40 anos de trabalho e pesquisa, Grof verificou diferentes padr\u00f5es experienciais e graus de insanidade nas experi\u00eancias transpessoais as quais requerem tratamentos diferenciados sendo o auxilio relativo \u00e0 natureza, profundidade e intensidade do processo. Grof observou que apesar da possibilidade da Emerg\u00eancia Espiritual ser uma caracter\u00edstica inata aos seres humanos, quando ela \u00e9 muito r\u00e1pida e dram\u00e1tica, esse processo natural torna-se uma crise. Ele identifica dois quadros de emerg\u00eancia espiritual: Crise de Emerg\u00eancia Espiritual (Spiritual Emergency) &#8211; sugerindo uma crise, emerg\u00eancia no sentido de \u201curg\u00eancia\u201d e Emerg\u00eancia Espiritual (Spiritual Emergence) &#8211; sugerindo uma oportunidade de ascens\u00e3o a um novo n\u00edvel de consci\u00eancia, emerg\u00eancia no sentido de \u201celeva\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><em>Quais seriam os fatores desencadeantes? <\/em>Estas crises psicoespirituais podem ocorrer de modo espont\u00e2neo sem a\u00e7\u00e3o de fatores de precipita\u00e7\u00e3o, ou suas causas podem ser deflagradas por: estresse emocional, exaust\u00e3o f\u00edsica, enfermidades, acidentes, experi\u00eancias sexuais intensas, trabalho de parto, drogas psicod\u00e9licas ou mesmo praticas de medita\u00e7\u00e3o intensa. Outras poss\u00edveis causas s\u00e3o muitas mudan\u00e7as ao mesmo tempo, perdas (entes queridos, trabalho, financeira), cursos que induzem experi\u00eancias intensas, viv\u00eancias xam\u00e2nicas, experi\u00eancia pr\u00f3xima da morte ou pr\u00e1ticas que podem levar ao despertar da Kundalini.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><em>Como tratar estes casos? <\/em>Grof insiste que o tratamento deve levar em considera\u00e7\u00e3o cada caso individualmente podendo limitar-se a um apoio espec\u00edfico \u00e0 pessoa em crise ou podendo envolver parentes e amigos ou grupos de apoio, deve ser flex\u00edvel e criativo, respeitando a natureza individual da crise e se utilizando de todos os recursos dispon\u00edveis.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Um outro trabalho interessante, intitulado \u201cO diagn\u00f3stico diferencial entre experi\u00eancias espirituais e transtornos mentais de conte\u00fado religioso\u201d, escrito por Adair de Menezes J\u00fanior (Psic\u00f3logo e mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Alexander Moreira-Almeida (Psiquiatra e professor adjunto pela Faculdade de Medicina da UFJF), com o seguinte resumo:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>CONTEXTO:<\/strong>&nbsp;Experi\u00eancias espirituais podem ser confundidas com sintomas psic\u00f3ticos e dissociativos, constituindo-se muitas vezes em um desafio para o diagn\u00f3stico diferencial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>OBJETIVO:<\/strong>&nbsp;Identificar crit\u00e9rios que permitam a elabora\u00e7\u00e3o de um diagn\u00f3stico diferencial entre experi\u00eancias espirituais e transtornos psic\u00f3ticos e dissociativos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>M\u00c9TODOS: <\/strong>Foi feita uma ampla revis\u00e3o na literatura sobre o tema, na qual foram examinados 135 artigos identificados em pesquisa no PubMed.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>RESULTADOS: <\/strong>Foram identificados nove crit\u00e9rios de maior concord\u00e2ncia entre os pesquisadores que poderiam indicar uma adequada diferencia\u00e7\u00e3o entre experi\u00eancias espirituais e transtornos psic\u00f3ticos e dissociativos. S\u00e3o eles, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 experi\u00eancia vivida: aus\u00eancia de sofrimento psicol\u00f3gico, aus\u00eancia de preju\u00edzos sociais e ocupacionais, dura\u00e7\u00e3o curta da experi\u00eancia, atitude cr\u00edtica (ter d\u00favidas sobre a realidade objetiva da viv\u00eancia), compatibilidade com o grupo cultural ou religioso do paciente, aus\u00eancia de comorbidades, controle sobre a experi\u00eancia, crescimento pessoal ao longo do tempo e uma atitude de ajuda aos outros. A presen\u00e7a dessas condi\u00e7\u00f5es sugere uma experi\u00eancia espiritual n\u00e3o patol\u00f3gica, mas, por outro lado, h\u00e1 car\u00eancia de estudos bem controlados testando esses crit\u00e9rios.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\"><strong>CONCLUS\u00d5ES: <\/strong>Esses crit\u00e9rios propostos na literatura, embora alcan\u00e7ando um consenso expressivo entre diferentes pesquisadores, ainda precisam ser testados empiricamente e dire\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas para as futuras pesquisas sobre esse tema s\u00e3o sugeridas.<sup>3<\/sup><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Vamos voltar agora \u00e0 2\u00aa parte da senten\u00e7a do Ad\u00e9lio e buscarmos encaixar tudo isso de forma mais clara e segura!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000;\">Fontes:<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"color:#000000;\">http:\/\/www.psicosite.com.br\/tra\/psi\/psicose.htm<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color:#000000;\">https:\/\/www.ufrgs.br\/psicopatologia\/wiki\/index.php?title=Del%C3%ADrios_Religiosos<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color:#000000;\">http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-60832009000200006<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neurose, Psicose e Transtornos de Personalidade A psiquiatria classifica os seres humanos em tr\u00eas n\u00edveis de sofrimento mental e de comportamento: 1. 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